José Carlos Avellar é crítico de cinema. Seis livros sobre cinema brasileiro e latino-americano:

O chão da palavra - cinema e literatura no Brasil (editora Rocco, Rio de Janeiro, 2007)

Glauber Rocha, (editorial Cátedra, Madrid, 2002).

A ponte clandestina - teorias de cinema na América Latina, editora 34 e Edusp, São Paulo, 1996;

Deus e o diabo na terra do sol, editora Rocco, Rio de Janeiro, 1995;

O cinema dilacerado (editorial Alhambra, Rio de Janeiro, 1986);

Imagem e som, imagem e ação, imaginação (editora Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1982).

 

Trabalhos publicados em obras de autores diversos como, por exemplo:

Hacer cine - producción audiovisual en América Latina, Eduardo Russo compilador, Fundación Typa, Paidós, Buenos Aires, 2008.

Os anos 70, ainda sob a tempestade, Adauto Novaes organizador, Editora Europa, Rio de Janeiro, 1980; segunda edição Aeroplano Editora e Senac Rio, 2005.

Mujeres y cine en América Latina, (Patricia Tores San Martín, organizaora, Universidad de Guadalajara, Guadalajara 2004).

Alle radici del cinema brasiliano, (Gian Luigi De Rosa, organizador, Università degli Studi di Salerno, 2003);

Cine Documental en América Latina, (Paulo Paranaguá organizador, Editora Cátedra, Madrid, 2003);

The Cinema of Latin America(Alberto Elena e Marina Díaz López organizadores, Wallflower Press, London, 2003);

Julio Bressane (Simona Fina e Roberto Turigliatto organizadores, edição do Torino Film Festival, Turim, 2002);

Brasilien in lateinamerikanischen Kontext (Walter Bruno Berg, Claudia Brieger, Joachim Michael e Markus Schäffauer, orgnizadores, Max Niemeyer Verlag, Tübingen, 2001);

Cinema Novo and Beyond (The Museum of Modern Art, New York, 1998)

Framing Latin American Cinema (Ann Marie Stock, organizadora, Minnesota Press, 1997);

O cinema no século (Ismail Xavier, organizador, Editora Imago, Rio de Janeiro, 1996);

El documental como creación, (Teresa Toledo, organizadora, Filmoteca de la Generalitat Valenciana, Valencia, 1995);

Prima e dopo la rivoluzione, dal Cinema Novo al Cinema Marginal (Marco Giusti e Marco Melani organizadores, editora Lindau e Festival Internazionale Cinema Giovani, Turim, 1995);

A la decouverte de l'Amerique Latine (Paulo Paranaguá organizador, Cinema du Réel, Centre Georges Pompidou, Paris, 1992);

Latin American Vision (Patricia Aufderheid organizadora, International House of Philadelphia, USA, 1988);  

Le Cinéma Brésilien (Paulo Pranaguá organizador, Centre Georges Pompidou, 1987);

O bestiário de Chris Marker (Robert Grélier organizador, edição Livros Horizonte, Portugal, 1986).

 

Organizador da edição brasileira de

A forma do filme e O sentido do filme, de Sergei Eisenstein, Editora Jorge Zahar, Rio de Janeiro, 1990; segunda edição 2002; e de

O processo do Cinema Novo, de Alex Viany, Aeroplano, Rio de Janeiro, 1999.

 

Foi Diretor Cultural da Embrafilme (1985 - 1987);

Vice diretor da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1969 e 1985) e diretor desta mesma instituição (1991 - 1992);

Vice presidente da Fipresci, Associação Internacional de Críticos de Cinema (1986 - 1995) e

Diretor Presidente da Riofilme (1994 - 2000)

 

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