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Eduardo Coutinho e Marília Pêra na entrevista coletiva do 35ºFestival de
Gramado, em agosto de 2007, para a apresentação de Jogo de cena. O Festival deu ao diretor um prêmio especial pelo conjunto de seus filmes.



> Ainda Lumière
nota sobre o primeiro longa-metragem de Gustavo Spolidoro, Ainda orangotangos (2007), filme feito num único plano em que a câmera se movimenta na mão do fotógrafo por diferentes situações, cenários e personagens.
> Auto-retrato com a cara do outro
nota sobre Um passaporte húngaro, (2003) documentário de Sandra Kogut. Sobre Sandra Kogut ver também Uma caderneta de nuvens
> O Brasil por conta de nós próprio
nota sobre O fio da memória (2002) documentário de Eduardo Coutinho. Sobre o cinema de Coutinho ver também O vazio do quintal,
Conversa indisciplinada, e O fim e o começo de tudo.
>A casa da palavra
nota sobre Olho de boi (2007) de Hermano Penna
entre dois filmes de Carlos Diegues, Bye bye Brasil (1979) e Dias melhores virão (1989), na década de 1980, o cinema brasileiro voltou-se especialmente para um personagem que se sentia estrangeiro em sua própria terra.
> Conversa indisciplinada,
dois filmes de 1984, Cabra marcado para morrer de Eduardo Coutinho e Memórias do cárcere de Nelson Pereira dos Santos, vistos como a realização do que os diretores começaram a sonhar vinte anos antes, Nelson pouco depois de filmar Vidas secas, Coutinho ao iniciar a reconstituição do assassinato do líder camponês João Pedro Teixeira.
> Crer para ver
nota sobre Ensaio sobre a cegueira de Fernando Meirelles, co-produção com o Canadá e o Japão baseado no livro de José Saramago
> Desabafo
nota sobre Mar de Rosas (1977) de Ana Carolina Teixeira Soares
> Duas caras
um paralelo entre os dois primeiros planos que encerram as narrativas de Meu nome não é Johnny, de Mauro Lima, e Tropa de elite, de José Padilha, para examinar as formas de composição destes dois filmes de 2007.
> Elogio do amor
nota sobre A via láctea (2007) de Lina Chamie
> O espectador de elite
nota sobre Tropa de elite (2007) de José Padilha
nota sobre Boca do lixo de Eduardo Coutinho

> Fora de quadro
nota sobre O céu de Suely (2006) de Karin Aïnouz
> A língua provisória
nota sobre o cinema realizado por mulheres, com observações sobre filmes de Ana Carolina Teixeira Soares, Lúcia Murat, Suzana Amaral, Lais Bodanazky, Tata Amaral e Lina Chamie.
> A literatura fotográfica
nota sobre as coincidências entre dois filmes realizados em 1984, Nunca fomos tão felizes, de Murilo Salles, e Noites do sertão de Carlos Prates Correa, o primeiro baseado em João Gilberto Noll, o segundo em João Guimarães Rosa.
Matheus Nachtergaele, O primeiro dia de Daniela Thomas e Walter Salles
Flávio Bauraqui, Quase dois irmãos de Lúcia Murat
nota sobre Viva Cariri!, Garapa e Boca do lixo. Talvez seja possível, talvez não, dizer que a questão essencial, inevitável no cinema de quem vive numa sociedade desigual, é filmar a desigualdade. Talvez seja esta a história, a verdadeira, a única, que nossos filmes contam, pelo menos desde Rio, 40 graus
> No mar da tranquilidade
nota sobre O anjo nasceu (1969) de Júlio Bressane
> Pior que saber, só não saber
nota sobre Condor (2007) de Roberto Mader
> Planejando o acaso
conversa com João Moreira Salles em torno de Nelson Freire, Notícias de uma guerra particular, Jorge Amado, Santa Cruz e O vale
> Ponderações sobre o imponderável
nota sobre o roteiro não filmado de Joaquim Pedro de Andrade, O imponderável Bento contra o Crioulo Voador. Sobre o cinema de Joaquim Pedro ver também A redenção pelo excesso do pecado.
> A regra do jogo
nota sobre Jogo de cena (2007) de Eduardo Coutinho
> A reinvenção do passado
texto sobre a adaptação cinematográfica do livro de Alan Pauls, O passado, feita por Hector Babenco.
> Sonhando o sonho
nota sobre O rei do baralho (1975) de Júlio Bressane
nota sobre Eu te amo (1981) de Arnaldo Jabor e Iracema, uma transa amazônica (1975) de Jorge Bodanzky e Orlando Senna, dois filmes em que a presença de um mesmo ator no papel principal, Paulo César Pereio, quase permite ver uma história como seqüência da outra.
> Uma caderneta de nuvens
nota sobre Mutum (2007) primeiro longa-metragem de ficção de Sandra Kogut, inspirado em Guimarães Rosa.
> O vazio do quintal
conversa com Eduardo Coutinho sobre cinema documentário a partir de Santo forte