
O cartaz da edição número 61 do Festival é uma variante do tema do cartaz dos festivais de 1980 e 1981: lá o desenho de um rosto de mulher sem olhos, agora um rosto de mulher com os olhos vendados por lentes escuras – um modo de brincar com o espectador para anunciar a habitual festa para os olhos que terminou com um prêmio para a atriz Sandra Corveloni pelo trabalho em Linha de passe de Walter Salles e Daniela Thomas.
> ver Cannes 2008: de olhos vendados
> ver também: Crer para ver
e Quadro esquadro fora de quadro

Cinema de poesia: duas experiências de narrativas poeticas no festival: A via láctea, de Lina Chamie, e Le scaphandre et le papillon - O escafandro e a borboleta, de Julian Schnabel.
> ver também
> textos sobre cinema brasileiro
> textos sobre cinema documentário
> textos sobre cinema e pintura
> textos sobre cinema e literatura
> textos sobre cinema latino-americano
> textos sobre cinema norte-americano
> textos sobre cinema europeu

Na abertura, o 63º Festival de Cannes incorporou-se à estratégia de lançamento mundial de Robin Hood de Ridley Scott. Ao longo de seu programa, exibiu um Godard que acabara de passar na internet, Film socialisme e um Assayas previsto para se exibir na televisão antes de chegar aos cinemas, Carlos, – além de bons filmes de Patricio Guzmán, Mike Leigh, Mahamat Haroun e Ken Loach. A Palma de Ouro foi para Tio Boonmee que se lembra de suas vidas anteriores de Apichatpong Weerasethakul.
> ver Os 63 anos de Cannes

Em março o Festival Internacional de Cine en Guadalajara comemorou sua edição número 25 com um programa intenso que incluiu a entrega do prêmio da Fipresci para os melhores filmes latino-americanos de 2009, a ficção uruguaia Gigante e o documentário brasileiro Garapa, e uma publicação, Cartas y postales de los amigos, com um pouco da memória dos 25 anos.
> ver Recordar es vivir

Na abertura, um documentário (Shine a Light, de Martin Scorsese). No encerramento, prêmio especial do júri para um documentário (Standard Operating Procedure, de Errol Morris) e o Urso de Ouro, para uma ficção filmada em tom de documentário (Tropa de elite, de José Padilha). No 58º Festival de Berlin, destaque para filmes de ficção abertos a um diálogo com o cinema documentário.
> notas sobre Tropa de elite , sobre Shine a Light e sobre Mutum
Em Huelva, de 17 a 24 de novembro de 2007, a trigésima terceira edição do Festival de Cinema Iberoamericano de Huelva – Melhor filme e melhor direção: Luz silenciosa (Stellet licht) de Carlos Reygadas (México, França, Holanda) ; Prêmio especial do júri, O ano em que meus pais saíram de férias, de Cao Hamburger (Brasil); Melhor roteiro, El baño del Papa, de Cesar Charlone e Enrique Fernández (Uruguai, Brasil); Melhor ator: Leonardo Medeiros, Não por acaso, de Philippe Barcinski (Brasil); Melhor atriz: Sofia Gala El resultado del amor, de Eliseo Subiela (Argentina); Melhor fotografia: Paula Grandío: La León, de Santiago Otheguy (Argentina).
Nos três primeiros dias do festival um Encontro de Crítica de Cinema, organizado pelo festival em colaboração com a Universidade Internacional de Andalucía. > ver:
A crítica de cinema: três hipóteses
Huelva promoveu ainda o lançamento do livro do crítico e historiador cubano Juan Antonio García Borrerro Cine cubano de los sesenta: mito y realidad, co-edição do Festival
e da livraria e editora Ocho y medio
> retornar ao alto da página
> retornar ao Index
De 31 de outubro a 6 de novembro de 2007, para comemorar os 110 anos da cidade de Belo Horizonte, a Mostra Cine BH. no bairro de Santa Tereza da capital mineira. Na abertura, Castelar e Nelson Dantas no país dos generais, de Carlos Alberto Prates Correa (2007) e nos programas seguintes, entre outros, Jogo de cena, de Eduardo Coutinho (2007) Andarilho, de Cao Guimarães, (2007), Pequenas histórias, de Helvécio Ratton (2007) A via láctea de Lina Chamie (2007), Serras da desordem de Andrea Tonacci (2006) .
Além dos filmes, uma série de oficinas (roteiro, produção executiva, direção e vídeo digital) e cinco debates:
A cena mineira nos 110 anos de cinema brasileiro,
Na paralela do circuito,
Diálogos históricos,
O mercado de cinema e o cinema brasileiro no mercado, e
Tradições e contradições do cinema brasileiro popular
Prêmio da Crítica no 55º Festival de Donostia / San Sebastián, Encarnación de Anahí Berneri conta uma história nostálgica que corre paralela àquela contada em Alexandra, de Alexandre Sokurov, lançado em maio no Festival de Cannes. A Concha de Oro de San Sebastián foi para A Thousand Years of Good Prayers, de Wayne Wang, e o prêmio Horizontes foi para El baño del Papa, de César Charlone e Enrique Fernandez.
> ver:
Duas imagens nostálgicas